
Na reunião dos secretários-executivos da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), o conselheiro Carlos Ranna, do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES), destacou a importância da atuação conjunta entre equipe técnica e membros dos tribunais. A agenda foi realizada nesta quinta-feira (4), no IV Congresso Internacional dos Tribunais de Contas (CITC), em Florianópolis.
Ranna afirmou que os eventos e projetos da Atricon alcançaram “um padrão cada vez mais alto”, reflexo da atuação conjunta entre equipes técnicas e lideranças. “Ninguém é bom o suficiente sozinho. Somos essenciais uns aos outros”, disse. Ele destacou a dedicação das secretárias-executivas Fernanda Nunes, Risodalva Castro e Tânia Castro, lembrando que a criação de indicadores profissionais é fundamental para o aprimoramento contínuo.
Os secretários-executivos e enlaces dos projetos da Atricon se reuniram para discutir a reestruturação do Marco de Medição de Desempenho dos Tribunais de Contas (MMD-TC), agora chamado de MMDI-TC. A reunião foi aberta pelo presidente da Atricon, Edilson Silva, e conduzida pelo conselheiro Ranna. O auditor de Controle Externo Márcio Marinot, do TCE-ES, também participou da agenda.
A secretária executiva dos Comitês Estratégicos, Risodalva Castro, detalhou a reestruturação dos projetos para o período 2026-2027. Ela reforçou a importância de padronizar processos, aperfeiçoar os mecanismos de medição e ampliar a transparência das entregas. “Nosso trabalho precisa caminhar junto com a reformulação do MMDI-TC, para que ele não seja apenas um instrumento de avaliação, mas de indução de melhorias. A pergunta central é: que impacto queremos produzir?”, afirmou.
O auditor Luiz Genésio (TCDF) apresentou a proposta de atualização metodológica do MMDI-TC, questionando se os Tribunais de Contas estão alinhados à Norma Brasileira de Auditoria do Setor Público (NBASP 12) e se seus esforços resultam em impacto concreto para o cidadão. Na sequência, Lívio Forneziere aprofundou o debate sobre geração de valor público, afirmando que o objetivo final é “melhorar a vida do cidadão”. Ele relatou que o grupo ouviu especialistas acadêmicos e consultorias internacionais. Marinot destacou que não será uma mudança fácil, mas será uma mudança essencial.
O auditor Márcio Alves (TCE-RO) encerrou a etapa de exposições afirmando que dezembro e janeiro serão dedicados à organização de ferramentas, ressaltando que nada disso altera a rotina operacional dos comitês. Ele destacou a “atuação marcante de Risodalva e Tânia Castro” na condução das comissões estratégicas.
Ao final da reunião, foram consolidadas diretrizes para o próximo biênio, incluindo a reformulação do MMDI-TC, a atualização dos projetos em eixos temáticos, o planejamento dos eventos de 2026-2027, a definição de ferramentas de gerenciamento e a realização de uma reunião presencial em março de 2026 para fechar o plano de gestão.
IV CITC
Com o tema “Tribunais de Contas: República, Democracia, Governança e Sustentabilidade”, o IV CITC ocorre de 2 a 5 de dezembro, no Centro de Convenções de Florianópolis (CentroSul). O evento é uma realização da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), do TCE-SC, do Instituto Rui Barbosa (IRB), do Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC), da Associação Brasileira de Tribunais de Contas dos Municípios (Abracom) e da Audicon.
A quarta edição do Congresso tem a parceria do governo do Estado de Santa Catarina, da Prefeitura de Florianópolis, da Prefeitura de Blumenau, da Assembleia Legislativa de Santa Catarina e do Grupo Baía Sul, e patrocínio de Aegea, BID, BRDE, Celesc, Codemge, Cemig, CFA, CFC, CNI, FIESC, Sebrae, TechBiz, ABDI, BNDES, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Ministério da Fazenda.
Com informações da Atricon.
Resumo em tópicos
|
Informações à imprensa:
Secretaria de Comunicação do TCE-ES
secom@tcees.tc.br
(27) 98159-1866




